O dólar atingiu R$ 3,70 pela primeira vez
desde 2002 nesta terça-feira (1), refletindo a aversão ao risco nos mercados
externos diante de renovadas preocupações com a China e nervosismo com a
possibilidade de o Brasil perder seu selo de bom pagador diante da deterioração
das contas públicas. Às 16h18, a
moeda norte-americana subia 1,81%, a R$ 3,6927. Na
máxima do dia, a divisa norte-americana alcançou R$ 3,7040, maior nível
intradia desde 13 de dezembro de 2002 (R$ 3,7750).
Veja
como foi a cotação ao longo dia:
Às 9h20, subia 0,63%, a R$
3,6502.
Às 10h10, subia 1,13%, a R$
3,6683.
Às 10h39, subia1,04%, a R$
3,6650.
Às 11h20, subia 1,13%, a R$
3,6681.
Às 12h10, subia 1,29%, a R$
3,6742.
Às 12h48, subia 1,32%, a R$
3,6751.
Às 13h39, subia 1,06%, a R$
3,6656.
Às 14h33, subia 1,5%, a R$
3,6815.
Às 15h20, subia 1,55%, a R$
3,6836.
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, declarou nesta terça, durante
audiência pública na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados,
que é evidente que a "casa não está em ordem" e acrescentou que o país tem
de crescer e aumentar o nível de confiança na economia para não ver o dólar
"disparar".
"É evidente que a casa não está em ordem e a gente precisa crescer e ter a
confiança para não ver o dólar disparar", afirmou o ministro da Fazenda.

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